domingo, 4 de setembro de 2011

Misses visitam Vila Maria


04/09/2011 22h37 - Atualizado em 04/09/2011 22h46

Candidatas a Miss Universo caem no 

samba na Vila Maria


Belas foram a atração em ensaio na quadra da Unidos de Vila Maria.
89 candidatas disputam na segunda (12) o título de mais bela do mundo.

Do G1 SP
Candidatas ao Miss Universo se divertiram em uma escola de samba na Vila Maria, na Zona Norte de São Paulo, na noite deste domingo (4). 89 candidatas disputam no próximo dia 12 o título de mulher mais bela do mundo (Foto: Raul Zito/G1)Candidatas ao Miss Universo se divertiram em uma escola de samba na Vila Maria, na Zona Norte de São Paulo, na noite deste domingo (4). As 89 candidatas disputam no próximo dia 12 o título de mulher mais bela do mundo (Foto: Raul Zito/G1)

Ao chegarem, beldades distribuíram sorrisos e simpatia para os frequentadores da quadra da Unidos de Vila Maria (Foto: Raul Zito/G1)Ao chegarem, beldades distribuíram sorrisos e simpatia para os frequentadores da quadra da Unidos de Vila Maria (Foto: Raul Zito/G1)
Domingo, 4 de setembro de 2011 - 23h15

Misses se arriscam no samba outra vez

Divulgação/TwitterZoomCandidatas sambam na quadra da Vila Maria
Candidatas sambam na quadra da Vila Maria

Da Redação

entretenimento@band.com.br

Mais uma vez as candidatas à coroa de Miss Universo 2011 se arriscaram no samba.

Na noite deste domingo, dia 04, 89 misses visitaram a quadra da Escola de Samba Vila Maria, em São Paulo.

Como já tinham passado pela Rosas de Ouro, as meninas se mostraram mais soltas na hora do gingado e deram um verdadeiro show de beleza e simpatia entre os componentes da agremiação.

As beldades chegaram ao local por volta das 21h com penas azuis e verdes no cabelo, cores da Escola de Samba, e logo atrairam todos os olhares.

Assim que os tamborins começaram a ser tocados, as misses já se animaram e entraram na dança. Pouco depois, Priscila Machado, Miss Brasil 2011, foi convidada para subir ao palco e chamou outras colegas latino-americanas para mostrar o molejo.

Ximena Navarrete, Miss Universo 2010, chegou uma hora mais tarde e se juntou às mulheres mais belas do planeta. 

A noite ainda contou com uma apresentação de capoeira.

Fonte: Band

24h de Samba





Mocidade Alegre convida para o 24 Horas de Samba


Em setembro, a G.R.C.E.S Mocidade Alegre completará seu 44º aniversário, além de uma série de eventos agendados durante o mês, a Morada do Samba convida para a tradicional “24 horas de Samba”. A maior festa de samba de São Paulo começa às 21h do dia 24 (sábado) e só termina no domingo (25), Às 21h. Não fique de fora, mesas e camarotes já estão esgotadas. (Saiba mais)

Durante o evento será entregue o título de “Sambista Imortal”, um prêmio à aqueles que valorizam e lutam pelo crescimento do carnaval da cidade de São Paulo. O nome do homenageado deste ano ainda é mantido em sigilo pela diretoria da escola.
Entre as atrações, integrantes das co-irmãs poderão prestigiar o pavilhão de suas agremiações que participam da “Roda de pavilhões”.
Bons motivos para visitar a Morada do Samba não faltam.
No sábado, a festa é garantida com a presença da Campeã do Carnaval 2011 Vai-Vai, da querida nação Vermelho e Amarelo Tom Maior e diretamente do Rio de Janeiro a Unidos do Viradouro. Além, claro, das atrações dos anfitriões:Grupo Miscigenação, os Poetas da Morada e, como sempre, algumas surpresas.

Já no domingo é a vez dos ícones do samba Reinaldo, Luizinho SP, Marquinhos Sensação e Leandro Sapucahy. As Escolas de Samba também marcarão presença, o trevo querido da Barra Funda Camisa Verde e Branco e da tradicionalissima Estação Primeira de Mangueira, direto do Rio de Janeiro.
A festa dura 24 horas com espaço para todas as idades, desde o momento “Futuro da Morada” especial para as crianças, até o almoço da Velha Guarda com a Velha Guarda convidada especial. 
Para completar os 24 Horas de Samba, a Mocidade promete muito samba com a bateria Ritmo Puro, os casais de mestre sala e porta-bandeira e o Time de Canto da Morada.

Serviço:
Local: Quadra do G.R.C.E.S. Mocidade AlegreData: 24 e 25 de Setembro de 2011 (Sábado e Domingo)Horário: Início às 21h de Sábado
Convite Antecipado: R$ 25,00 (Válido para as 24 Horas – Sáb e Dom)Carteirinhas da Agremiação Atualizadas (2012): R$ 10,00 (Válido para as 24 Horas – Sáb e Dom)

Fonte: Departamento de Comunicação / G.R.C.E.S. Mocidade Alegre

sábado, 3 de setembro de 2011

58 anos de Camisa Verde e Branco!



A tradição carnavalesca de São Paulo era o cordão. Havia algumas escolas de samba, porém (e sempre tem um, porém), os bambas da pesada eram os cordões. Camisa Verde e Branco (branco mesmo), Vai-Vai, Paulistano da Glória, Campos Elíseos, Som de Cristal eram todos famosos cordões. E o cordão paulista tinha batida diferente das escolas de samba, tinha outras figuras e outras mumunhas. Eu disse "tinha". Porque, que eu saiba, não existe mais nenhum cordão em São Paulo. Os que não acabaram de vez se transformaram em escolas de samba. Como é o caso do Vai-Vai e do Camisa Verde e Branco, que foram os que mais resistiram, antes de se transformarem em escolas de samba. E o fim dos cordões, sem dúvida nenhuma, se deve ao elitismo, ao paternalismo das autoridades que, quando resolvem incrementar algumas manifestações espontâneas do povo, mesmo quando estão bem intencionadas, só atrapalham. Isso porque as autoridades, sempre tão distantes das bases, tomam suas medidas dentro dos gabinetes, escutando assessores que geralmente se preocupam com o brilhareco que resulte em algum lucro e nunca nos interesses da coletividade.
No caso do samba de São Paulo, não deu outra coisa. O Prefeito Faria Lima resolveu, com a melhor das intenções, oficializar o Carnaval de São Paulo. Mas deve ter consultado gente que sempre achou que nesta cidade não havia samba, nem sambistas. E essa gente, sem vacilar, desconhecendo totalmente o que é Carnaval, desconhecendo que carnaval não se resume apenas em desfiles, nem em escolas de samba, que desfile e escolas de samba são um aspecto do carnaval, que existem vários outros aspectos que também devem ser considerados, essa gente estava interessada na cascata que podia fazer em torno da oficialização do Carnaval e não na preservação dos costumes carnavalescos do povo desta cidade. E então, sem nenhuma cerimônia, fizeram a presepada: oficializaram o Carnaval. Mas, na lei, ficou claro que o único evento carnavalesco que a Prefeitura se via obrigada a realizar era o desfile das escolas de samba. Resultado, todo incentivo da Prefeitura para as escolas de samba e nenhum para os cordões que, diante da indiferença das autoridades, foram se extinguindo ou virando escolas de samba, puxadas aos defeitos das escolas do Rio de Janeiro (é mais fácil copiar defeito que virtude) e se desvinculando totalmente das raízes culturais de São Paulo.
O samba paulista é diferente do samba baiano que se instalou no Rio de Janeiro a partir da casa das "tias". O samba paulista é mais puxado ao batuque, ao samba de trabalho. Do toco, durão. O samba paulista vem das fazendas de café. O crioulo vindo do interior ia se instalando perto dos locais de trabalho: Jardim da Luz, Barra Funda, Largo da Banana, Praça Marechal, Alameda Glete, Bexiga, Rua Direita, Praça da Sé. E aqui, como no Rio de Janeiro, a polícia perseguia o samba e os sambistas. No Rio de Janeiro, os pagodeiros subiam o morro e a polícia se acanhava, e aí, não havia remandiola. O samba era solto, batido na mão, espalhado pelo terreiro. Aqui, o sambista se recolhia nos porões e lá puxava o samba, mas, naturalmente, não era a mesma coisa. Um samba espalhado debaixo de um céu cheio de estrelas e de luar e um samba espremido em porões, nos quais crioulo de mais de um metro e setenta tinha que mostrar o que sabia todo dobrado, pra não bater com a testa nas vigas. E quando o pagode esquentava, era tanta poeira que subia, que só era possível saber que estava havendo samba pelo ronco da cuíca e pelo gemido do cavaquinho, porque ver, não se via ninguém.
São muitos os grandes sambistas de São Paulo: Vassourinha (Olha aí, carnavalescos de escolas de samba, que andam com mania de enredo com vida de artista: esse foi gente grande e de muita embaixada no rádio), Dionísio Camisa Verde, Marmelada, Jamburá, Feijó, Pato N’água, Sinval, Inocêncio Mulata, Carlão do Peruche, Nenê da Vila Matilde, Pé Rachado, Zezinho do Morro da Casa Verde, Geraldão da Barra Funda, Chiclete, Zeca da Casa Verde, Toniquinho, Nego Braço, Zoinho, Dona Eunice, Sinhá, Donata, tudo gente que mantinha o samba na rua na época em que a polícia acabava samba na base do chanfralho. Tudo gente de valor provado no meio das batalhas. Tudo gente que saía nos cordões pelo prazer de sair, por gostar de samba, por querer sambar. No centro da cidade, muitas vezes, um cordão que ia encontrava um cordão que vinha. Então, era coisa pra valente. Ninguém recuava. Os cordões se cruzavam. Tinha um ritual todo cheio de parangolé. O baliza de pau de um cordão protegia a porta-estandarte do outro cordão. Os estandartes (ou bandeiras) eram trocados com muita gentileza e muito respeito. Depois de um tempo, se destrocavam os estandartes (ou bandeiras) e aí o pau comia. Navalha, tamanco, porrete entravam na fita pra bagunçar o pagode.
Pato N'água foi levar uma cabrochinha lá pras bandas de Suzano. Amanheceu boiando numa lagoa, comido de peixe e de bala.
Dizem que foi a primeira vítima do Esquadrão da Morte. Ninguém sabe direito. Defunto não fala. O que se sabe é que a notícia chegou ao Bexiga à tardinha, na hora da Ave-Maria, e logo correu pelos estreitos, escamosos e esquisitos caminhos do roçado do bom Deus. E por todas as quebradas do mundaréu, desde onde o vento encosta o lixo e as pragas botam os ovos, o povão chorou a morte do sambista Pato N'água. E o Geraldão da Barra Funda, legítimo poeta do povo, chorou por todos num bonito samba chamado Silêncio no Bexiga.
O Largo da Banana era o lugar aonde os caminhões que vinham do interior encostavam pra descarregar. Ali se juntava a curriola. Enquanto não vinha caminhão se armava o samba duro. Jogava-se a tiririca:
É tumba, moleque, é tumba
é tumba pra derrubar
tiririca, faca de ponta
capoeira vai te pegar
Dona Rita do Tabuleiro
quem derrubou meu companheiro
Abre a roda, minha gente
que comigo é diferente
E só parava na roda quem se garantia. E o Inocêncio Mulata (ex- presidente do Camisa Verde e Branco da Barra Funda) sabia tudo. Tudo e mais alguma coisa. E no Carnaval, puxava no surdão um famoso trio de couro. Ele no surdão, o Feijó na caixa de guerra e o Zoinho no tamborim. Paravam num boteco qualquer e começavam a zoar. Ia juntando gente, juntando gente e aí o rio saía pela Barra Funda, com uns duzentos sambando atrás. Na Praça Marechal, já eram dois mil, na Glete, cinco mil. Aí, era zorra, zorra total, até a polícia chegar. Foi nesse trio de couro que o Inocêncio ganhou o apelido de Mulata. Logo ele, que não é de fazer careta pra cego, resolveu aprontar pro Feijó, que não podia ver rabo de saia. O Inocêncio pegou um vestido da Dona Sinhá, meteu um turbante, se embonecou e ficou na moita. O Feijó e o Zoinho, que estavam no boteco esperando o companheiro de trio, foram tomando todas.
Quando já estavam bem bebuns, e achando que o Inocêncio não viria mais, ele se apresentou vestido de mulher. Fez sucesso pro Feijó, que achou aquilo uma tremenda mulata e foi logo pagando cerveja. Mais encantado ainda ficou o Feijó quando aquela mulata pegou no surdo e mandou ver. O trio saiu. O Feijó todo preocupado com a mulata e alimentando ela com cerveja até a Glete. Aí, o Feijó resolveu partir com tudo. Se entortou. O Inocêncio tirou o turbante e se apresentou. O patuá do Feijó entortou. Mas o Inocêncio ganhou pra sempre o apelido de Mulata.
Mas a guerra se avacalhou. Não existe mais trio de couro, nem bloco de sujo, nem vai-quem-quer. Essas manifestações espontâneas do povo, que sempre a polícia tentou acabar sem conseguir, acabaram graças às promoções carnavalescas da Prefeitura. No lugar dessas coisas todas, a Prefeitura meteu o Trio Elétrico. A própria poluição sonora, que com guitarras elétricas e grandes aparelhos de som, esmagavam, apagavam qualquer instrumento de couro batido por um sambista. Alguns músicos defendiam essa jeringonça como mercado de trabalho, mas se esqueciam que um toca-fitas e uma Kombi faziam o mesmo efeito que esse trio elétrico. E esqueciam que faltava mercado de trabalho porque muitos bailes de Carnaval em São Paulo eram animados por toca-fitas e que a própria Prefeitura promovia um bailão pra quarenta mil pessoas, com toca-fitas.
São Paulo sempre teve muito carnaval. Mas hoje está tudo resumido no desfile das escolas de samba e nos bailes dos clubes. E isso tudo é muito triste. Porque o Carnaval sempre serviu pras manifestações espontâneas do povo. E tudo agora vai se resumindo num espetáculo pra atrair turista. Feito no gosto dos turistas e avaliados pelos padrões culturais das elites. E isso dói. Porque um povo que não ama e não preserva suas formas de expressão mais autênticas jamais será um povo livre.
Hélio fez história, não bagunça, ele fez a primeira fantasia para brincar no carnaval escondido da mãe. Hélio Romão de Paula, o Hélio Bagunça, é parte da memória samba paulistano.
por Letícia Delamare
Foi em 1951, menino ainda, que Hélio Romão de Paula fez contato com o samba pela primeira vez. Escondido da mãe - "Eu não sabia qual era a opinião dela sobre festas desse tipo e achei melhor não perguntar", lembrava ele, com um sorriso ainda maroto, mais de meio século depois - fez uma fantasia com as cores do grupo e foi dançar no salão do Campos Elíseos, antigo cordão carnavalesco da Barra Funda, já desaparecido. Ele se recusa a dizer, ainda hoje, qual era, afinal, a opinião da mãe sobre o carnaval, o que faz supor que não fosse muito favorável. Qualquer que fosse ela, porém, Hélio nunca mais se afastou das rodas de samba das quais se tornou personagem histórico com o apelido de "Bagunça". Hélio Bagunça.
Bagunceiro o garoto Hélio certamente era. Tanto assim que dois anos depois daquele encontro inicial com o carnaval, ele já fazia outra traquinagem, participando do pequeno grupo de sambistas que, agrupados em torno de Inocêncio "Mulata" Tobias, recriou o antigo Grupo Carnavalesco Barra Funda, fechado desde 1939, agora com o nome de Cordão Carnavalesco Camisa Verde e Branco. Não era brincadeira para qualquer menino. Para impedir que estranhos invadissem as alas, atrapalhando os passistas, os cordões saíam protegidos por uma corda sustentada por jogadores de capoeira e "tiririca" que repeliam os penetras. Hélio sempre sambou perto das cordas. E o sucesso era tão grande que já no ano seguinte à refundação, o cordão ganharia o carnaval
comemorativo do IV Centenário da cidade de São Paulo.
Hélio também estava presente quando, em meados dos anos 60, o Camisa Verde foi obrigado a ir desfilar na Bela Vista, território do arqui-rival Vai-Vai. Na época, os organizadores do carnaval costumavam marcar o desfile dos três maiores cordões da cidade - Camisa Verde, Fio de Ouro e Vai-Vai - para dias diferentes e ninguém podia prever o que aconteceria quando eles se encontravam. Mas mesmo assim, lá se foram Hélio e seus companheiros, arrastando alas, carros alegóricos e instrumentos da bateria para o Bexiga. O resultado?
- Foi um "fuzuê" - ele define com uma gargalhada.
Hélio lembrava com saudade e bom humor daqueles tempos heróicos do samba paulista. E com especial carinho de "Seu" Inocêncio - somente os muito íntimos, ou valentes, para chamá-lo de "Mulata" - e, principalmente de sua mulher, a "Tia Sinhá", espécie de anjo-da-guarda da garotada do cordão. "Ela estava sempre ali, tratando de assuntos bons e ruins, cuidando dos grandes e também dos moleques", lembra Hélio Bagunça. "Parece até que ela adivinhava. Várias vezes nós estávamos com uma fome danada e, de surpresa, ela fazia um jantarzinho para nós". Ou então se juntava às outras mulheres do cordão para, comandadas por uma cozinheira conhecida como "Dona Dulce", preparar um angu à baiana para ajudar a fazer caixa e pagar o tecido das fantasias. O sucesso era tão grande que até artistas, como Jair Rodrigues, e jogadores de futebol famosos apareciam para provar da ótima comida.
No Camisa Verde, Hélio conviveu com os grandes bambas da época, como Walter Gomes de Oliveira, o "Pato N'Água", valente e o melhor diretor de bateria da época, que foi do Vai-Vai e do Camisa Verde. Naqueles tempos, diretor de bateria que se prezasse controlava todos os músicos ao som de um apito. "Pato N'Água", querido pelas mulheres e respeitado pelos homens, não apenas dirigia a orquestra, determinando breques para os solos de instrumentos como fazia questão de "chamar" um breque total, quando tocava o Hino Nacional com o apito.
Memória do samba paulistano, Hélio já não faz mais bagunça. Nos últimos anos de vida ele acostumou-se a desfilar pelo Pólo - ele não gostava de chamar o Pólo Cultural e Esportivo Grande Otelo de sambódromo - ostentando o título de Cidadão Samba do Carnaval Paulistano. Se sua mãe soubesse qual seria o resultado daquela primeira travessura, certamente não ficaria zangada

FONTE: CAMISA VERDE E BRANCO -  www.camisaverde.net

Logo dos 40 anos do Rosas


03/09/2011 - Logo dos 40 anos do Rosas


Foram cerca de 30 trabalhos inscritos e o logo escolhido foi anunciado na quinta-feira, 1 de setembro, pela Rosas de Ouro, que divulgou o logo vencedor do concurso comemorativo dos seus 40 anos de fundação, de autoria de Wander Tiago Rodrigues.  Há 40 anos, em 18 de outubro de 1971, um grupo amigos integrado por  José Luciano Tomás da Silva, João Roque (Cajé), José Benedito da Silva (Zelão) e Eduardo Basílio fundou a Rosas de Ouro. A logomarca dos 40 anos será utilizada em todas ações e campanhas da agremiação. O autor do logo vencedor receberá prêmios especiais: fantasia para desfilar na Rosas em 2012, carteirinha de componente e exibição de sua imagem para veiculação na mídia. Confira o desenho dos 40 anos da Roseira:
Foto - Divulgação
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Camisa Verde e Branco comemora 58 anos

Foto - Divulgação

Finais de samba tem alteração: Vai-Vai e Nenê


Acompanhe as finais de sambas-enredo nas escolas de samba

Quer conhecer em primeira mão as letras dos sambas-enredo que vão agitar a passarela do samba paulistano em fevereiro  de 2012? Então acompanhe as finais nas quadras das escolas de samba, são grandes festa e uma disputa saudável onde vence o melhor samba, aquele que consegue contagiar as comunidades. As finais acontecem durante em agosto, setembro e início de outubro, veja o calendário:


A Vai-Vai antecipou sua final para 18 de setembro.

Confira o calendário das finais:

Finais de samba tem alteração de data da Vai-Vai

Acompanhe as finais de sambas-enredo nas escolas de samba
Quer conhecer em primeira mão as letras dos sambas-enredo que vão agitar a passarela do samba paulistano em fevereiro  de 2012? Então acompanhe as finais nas quadras das escolas de samba, são grandes festa e uma disputa saudável onde vence o melhor samba, aquele que consegue contagiar as comunidades. As finais acontecem durante em agosto, setembro e início de outubro, veja o calendário:

A Vai-Vai antecipou sua final para 18 de setembro.
Confira o calendário das finais:
Informações de endereços, sites, telefones em nosso site: www.ligasp.com.br 

GRUPO ESPECIAL
Tom Maior
10 de Setembro
Dragões da Real
10 de Setembro
Mocidade Alegre
11 de Setembro
Vai-Vai18 de setembro
Acadêmicos do Tucuruvi
24 de Setembro
Pérola Negra
17 de Setembro
Unidos de Vila Maria
30 de Setembro
Rosas de Ouro
30 de Setembro
X-9 Paulistana
02 de Outubro
Gaviões da Fiel
07 de Outubro

GRUPO DE ACESSO
Unidos do Peruche
16 de Setembro
Leandro de Itaquera
17 de Setembro
Nenê de Vila Matilde
18 de Setembro
Imperador do Ipiranga
24 de Setembro
Acad. do Tatuapé
01 de Outubro
Morro da Casa Verde
08 de Outubro